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O Nutricionista e a Fitoterapia: Conhecendo e Avaliando o Uso das Plantas Medicinais pela População
 

 
The Nutritionist and Phytotherapy:  Knowing the Used of Medicinal Plants

Palavras-chave: Plantas medicinais, Doenças crônicas, Atenção primária à saúde.
Keywords: Medicinal Plants, Chronic Disease, Primary Health Care.

RESUMO: A Organização Mundial da Saúde tem incentivado o uso de plantas medicinais (PM) na atenção primária desde 1980. Embora as evidências científicas sejam limitadas, grande parte da população as utiliza segundo sua cultura e tradições. PM podem ser incluídas na conduta do nutricionista, mas exige conhecimento científico sobre o tema e respeito aos aspectos culturais. Objetivo: realizar levantamento das PM utilizadas por população atendida na atenção básica e realizar comparação de uso com a legislação vigente e com dados científicos quanto aos efeitos terapêuticos. Foi estudado com destaque aquelas empregadas nas enfermidades crônicas não transmissíveis (DCNT), a fim de reconhecer o uso destas plantas e subsidiar informações para a prescrição pelo profissional nutricionista respeitando da cultura e os saberes populares. Método: pesquisa descritiva transversal envolvendo usuários de quatro unidades básicas de saúde. Foi aplicado um questionário semi-estruturado relacionado ao uso de PM e suas finalidades. Resultados: A maioria da população utiliza PM e menos de 7% são por orientação profissional. De um total de 96, as ervas mais citadas foram hortelã (14,3%), erva-doce (14,2%) e boldo (14%) e as indicações terapêuticas foram: transtornos respiratórios (21,5%) e digestivos (18,5%); 15,6% foram atribuídos às DCNT. Chá verde, chapéu-de-couro, carqueja e alecrim são as mais usadas para estas enfermidades; contudo apenas o chá verde (uso para obesidade) e o chapéu de couro (uso para hipertensão) apresentam alegações comprovadas cientificamente, e somente este último é regulamentado como PM pela legislação. Conclusão: há grande variedade de PM empregadas pela população; e poucas têm efeitos reconhecidos pela comunidade científica. A partir das observações deste estudo, propõe-se que o profissional reconheça o uso popular e realize investigações na legislação vigente e literatura especializada a fim de se apropriar e se capacitar para a orientação à população respeitando e esclarecendo o adequado uso das PM no apoio ao tratamento dietético.

ABSTRACT: The World Health Organization has encouraged the use of medicinal plants (MP) in primary health care since 1980. Although no scientific evidence, most of the population uses them according to their culture and traditions. MP can be part of dietary conduct of nutritionists, but it requires knowledge about the issue and respecting cultural aspects. Objective: perform a survey about MP used by the population assisted in primary health care and perform comparison to the usage according current legislation and scientific data regarding the therapeutic effects. It has been studied especially those employed in chronic non-communicable disease (NCDs) in order to recognize the use of these plants and support information for prescribing  by professional nutritionist respecting the culture and popular knowledge. Method: a descriptive cross-sectional research involving users from four basic health units. A semi-structured questionnaire related to the use of plants and their uses was applied. Results: most people uses MP and less than 7% are from guidance of a professional. Of total of 96 herbs, the most cited were mint (14.3%), fennel (14.2%) and bold (14%) and the therapeutic indications were: respiratory (21, 5%) and the digestive disorders (18.5%); 15.6% were attributed to NCD. Green tea, chapeau-de-court and rosemary are most commonly used for these diseases, but only green tea (use for obesity) and the chapeau de court (for hypertension) have proven claims scientifically, and only the latter is regulated as PM by law. Conclusion: there is wide variety of MP used by the population; few of them have been used for the purpose scientifically recognized. From the observations of this study may be proposed that the professional to recognize the use by the population and carry out investigations in applicable law and specialized literature in order to take ownership and empower for orientation the people respecting and clarifying the proper use of PM in support the dietary treatment.

Recebido – 2/6/2015 aprovado – 25/6/2015

 

 
Autores
 
Dra. Celi Macedo Polo
 
Graduada em Nutrição pelo Instituto de Biociências da UNESP- Campus - Botucatu. Mestre em Biologia Geral e Aplicada – Instituto de Biociências da UNESP; Aprimoramento em Saúde Publica e Nutrição Clínica pela Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP; Atuação em Núcleo de Apoio a Saúde da Família.
 
 
Profa. Dra. Luiza Cristina Godim Domingues Dias
 
Docente do Curso de Nutrição, Departamento de Educação, Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho” – UNESP – Botucatu/SP.
 
 
Profa. Dra. Renata Maria Galvão de Campos Cintra
 
Docente do Curso de Nutrição, Departamento de Educação, Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" – UNESP – Botucatu/SP.
 
 

 
Os autores estão em ordem alfabética.

Este artigo é um resumo. O artigo em sua íntegra pode ser encontrado na revista Nutrição em Pauta, edição Jun/2015
 
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