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Saiba quais são os 3 maiores inimigos da Osteoporose
 
O uso de hormônios e a recomposição oral de cálcio ajudam a reduzir a perda óssea?

A Osteoporose é uma doença metabólica que se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea tornando os ossos mais porosos, mais fracos e mais suscetíveis a fraturas. A doença é silenciosa e não costuma apresentar sintomas. É comum que a pessoa só descubra que tem osteoporose no momento em que ocorre uma fratura espontânea do osso que já não suporta um trauma ou esforço cotidiano.

Há duas causas principais que levam a perda óssea. O primeiro está ligado à fatores endógenos, ao metabolismo e às taxas hormonais, e o segundo a fatores comportamentais e maus hábitos ao longo da vida, como fumo, sedentarismo e má alimentação, por exemplo.

Para diagnosticar a osteoporose, o médico avalia os exames laboratoriais que incluem medição dos níveis hormonais e do funcionamento metabólico, sobretudo dos níveis da vitamina D. Um exame de imagem não invasivo, chamado densitometria óssea, permite medir a densidade do osso e detectar se o paciente está com osteopenia, fase inicial da doença, ou já com osteoporose.

Recomendo que os pacientes tomem sol todos os dias por pelo menos uma hora sem filtro solar para auxiliar na absorção da vitamina D, substância que promove a absorção de cálcio da dieta. Além disso, é importante fazer caminhadas e procurar ajuda médica para receber orientações, medicações e suplementação adequada.

Vale esclarecer que a ingestão de alimentos ricos em cálcio ou a ingestão de cálcio na forma de comprimidos tem pouco efeito se utilizados de forma isolada, sem outros tratamentos associados. Isso porque o cálcio ingerido é todo eliminado na urina.

O uso de hormônios, como forma de tratamento da osteoporose, deve ser analisado caso a caso e bem avaliado pelo ortopedista.

A osteoporose é uma doença global e é possível que ela apareça em qualquer parte do corpo. As fraturas mais comuns são de punho, quadril e da coluna. Segundo o especialista, medidas simples como a instalação de corrimões em sanitários e boxes; uso de luzes de segurança à noite no quarto e corredores; retirada de tapetes ou o uso de antiderrapantes também são medidas simples que podem evitar fraturas.

O agravante de uma fratura em idosos é deixá-los muito tempo acamados. Ficar muitos dias na cama atrapalha a alimentação, as atividades fisiológicas e o estado de saúde como um todo pode piorar.

Fonte
Dr. Maurício Marteleto Filho  -  Médico ortopedista formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, SBOT.
 
 
 
 
 

 
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