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Setembro Dourado: pediatras paranaenses alertam para o diagnóstico precoce do câncer infantil.
 
Para a Sociedade Paranaense de Pediatria, apoiadora da campanha, os tipos mais comuns de câncer nas crianças são leucemia, linfomas e tumores no sistema nervoso central.
 
Calcula-se que, anualmente, 12 mil crianças e jovens tenham o diagnóstico do câncer no Brasil.

O câncer infantojuvenil é a segunda maior causa de morte de crianças e adolescentes no país, atrás apenas de acidentes e violência. Neste mês de setembro, com a meta de diminuir as estatísticas, a Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer (CONIACC) celebra o Setembro Dourado, com o objetivo de evoluir no diagnóstico precoce para que haja maiores chances de cura.

Calcula-se que, anualmente, 12 mil crianças e jovens tenham o diagnóstico do câncer no Brasil. O índice de cura pode chegar a 80% se a doença for detectada precocemente e o paciente receber o tratamento adequado. No entanto, o problema nacional é a dificuldade no acesso desde o atendimento básico até o tratamento especializado do câncer.

Na campanha Setembro Dourado, iniciativa da CONIACC, o amarelo tem função de demonstrar um sinal de alerta para a necessidade de atitudes que levem ao diagnóstico precoce. Já a cor dourada simboliza o "padrão ouro" que necessitam os pacientes de câncer infantojuvenil.

Diagnóstico precoce

Para a Sociedade Paranaense de Pediatria, apoiadora da campanha, os tipos mais comuns de câncer nas crianças são leucemia, linfomas e tumores no sistema nervoso central. Para chegar ao pediatra oncologista, muitas vezes o paciente passa por quase uma dezena de médicos porque os sintomas da doença são semelhantes aos sintomas de doenças comuns da infância: febre, palidez e perda de peso.

O atendimento especializado do pediatra no tratamento de rotina dos seus pacientes é fundamental para o diagnóstico precoce. Nas crianças e adolescentes, o crescimento anormal de células cancerígenas ocorre diferente dos adultos, as mutações são espontâneas e não decorrentes de ações ambientais. Por esse motivo, não é possível falar em prevenção. O desafio é o diagnóstico precoce.

Fonte
Sociedade Paranaense de Pediatria
 
 
 
 
 

 
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